A revista Veja nacional utiliza nossa pauta ‘Como lidar com chefes difíceis’ para fazer uma reportagem de duas páginas com nossa cliente Stefania Giannoni, que dá as dicas sobre como lidar com cada tipo de liderança. Clique nas imagens abaixo:
UM CHEFE É CONSIDERADO DIFÍCIL em função de algumas características, como agressividade, autoritarismo, mau humor, impaciência, comunicação não assertiva – fala alto, usa palavras inadequadas e até palavrões, provocando no outro medo e ansiedade. Quando o colaborador convive com este tipo de pessoa, acaba perdendo a motivação e o comprometimento para realizar um bom trabalho, resultando em aumento do nível de estresse e queda da produtividade.
No geral para lidar com este tipo de chefe, o colaborador precisa procurar conhecê-lo, analisando seu perfil, para facilitar a interação. Tem que ter flexibilidade, procurando se adaptar ao jeito da pessoa, ao seu estilo. Um ponto relevante é que os chefes difíceis nos forçam a buscar superar nossos limites, e de certa forma, nos proporcionando um aprimoramento, à medida que os desafios vão sendo superados. Diante de um chefe difícil é importante o profissional se posicionar, temos liberdade para escolher aceitar ou não esta situação, se não nos adaptarmos, temos que procurar um outro tipo de pessoa para trabalhar.
Segue alguns tipos de perfis de chefes:
Existem os chefes coercivos, que são aqueles que querem que as coisas sejam realizadas do seu jeito. Para ele, tudo deve transcorrer do jeito que ele acha correto, ele coage… tem que ser do jeito dele, na hora que ele quer, é ele quem dita as regras. Na medida do possível, procure se posicionar, dando opinião e sugestão de novas formas de realizar as atividades.
Podemos ter dois tipos de chefes agressivos:
Temos o chefe agressivo que estabelece altos padrões de desempenho para a equipe. Quer que a equipe tenha um alto desempenho, que todos cheguem lá, mas de uma forma impositiva, sem respeitar o limite dos outros. Seu objetivo é que todos atinjam as metas a qualquer custo, o que pode ter um impacto negativo no grupo. Ao lidar com este tipo de chefe procure atender os prazos e cumprir com as metas, porém, se julgar que não conseguirá atender a necessidade do chefe, se posicione e busque negociação.
O outro tipo de chefe agressivo é aquele que é rude, grosseiro, fala alto, utiliza uma linguagem inadequada com o colaborador e não o respeita enquanto profissional. Devemos ser assertivos, buscar oportunidade para que possa ser colocado como você se sente com relação a forma de tratamento recebida.
Chefe mal-humorado é aquele que esta sempre de mau humor, está sempre reclamando de tudo e de todos. O ideal para lidar com este tipo de chefe é não se deixar contaminar pelo humor do chefe, mantendo seu bom humor.
Chefe instável: é aquele quenão tem equilíbrio emocional, é instável emocionalmente. Tem mudanças bruscas de comportamento, tem horas em que está numa boa, outras não, tem instabilidade emocional e você não sabe como ele vai estar. Como lidar: procurando conhecer a pessoa e saber como e quando devemos nos colocar. Ter clareza se é o momento certo, e aproveitar as oportunidades que o chefe está de bom humor para fazer solicitações.
Chefe amigo: é aquele chefe que da liberdade ao colaborador para que ele se coloque, entretanto, quando o colaborador passa dos limites , há uma mudança brusca de comportamento, fazendo com que o colaborador perca sua referência com relação a está pessoa. Para lidar com este tipo de chefe é fundamental que o colaborador tenha clareza de qual é o seu papel na empresa e não misturar vida pessoal e profissional.
Chefe reservado: com dificuldade de relacionamento, esse tipo de chefe não interage com a equipe, não compartilha, ficando distante. Ele conduz as pessoas, mas mantém um distanciamento muito grande da equipe, sem ter vínculo. Tem dificuldades de conversar e de compartilhar com a equipe, procura trabalhar de forma mais individualizada. Procure se aproximar do chefe, se ofereça para ajudar e procure maximizar o diálogo.
Chefe centralizador, ele tem que estar a par de tudo e tem dificuldade de delegar atividades aos seus colaboradores, por medo de perder o lugar ou por receio de que as pessoas não saibam fazer como ele faz. Em função da dificuldade que este tipo de chefe tem para delegar tarefas, ao desenvolvermos uma atividade temos que manter o chefe informado de todos os nossos procedimentos, procurando fazer tudo de acordo com as expectativas do chefe. Procurar se aproximar deste chefe e ganhar sua confiança, deixando claro que seu objetivo é somar, compartilhar e trabalhar em equipe.
Chefe omisso: é aquele que não se coloca, não se posiciona diante das situações do dia a dia e não fornece feedback para a equipe dos seus pontos positivos e de melhoria. Podemos lidar com este chefe, solicitando o seu posicionamento e no caso da falta de feedback (retorno sobre o seu trabalho), pedir para conversar com o chefe e dizer que gostaria de saber se o seu trabalho esta sendo desenvolvido de acordo com as expectativas, como você pode melhorar.
Enfim, de forma geral, para lidarmos com chefes difíceis podemos agir da seguinte forma:
Mantenha o controle, o equilíbrio emocional
Procure conhecer o seu chefe para poder lidar melhor com ele
Não entre em confronto com ele
Seja flexível e na medida do possível procure se posicionar
Angry birds yoga: filosofia nos olhos de quem a vê | Tecnologia. O conhecimento pode ser praticado em qualquer ambiente. Foi muito filosofia para quem esperava tecnologia? Então eu explico melhor: sempre esperamos encontrar a sabedoria no formato Paulo … Continuar a ler →
topics. 08 de junho de 2011 10:20 Angry Birds e Yoga: como eliminar os porcos verdes da sua vida Big Red Bird: grande determinação . Se você é viciado em Angry Birds, como eu e a Angelina Jolie, vai gostar … Continuar a ler →
O game mais famoso do momento ganha uma leitura baseada nos fundamentos do yoga
Os Angry Birds: Blue Bird (verdadeira natureza), Red Bird (língua) , Black Bird (meditação), Yellow Bird (inteligência) e White Bird (sabedoria)
Um grupo de pássaros raivosos parte em busca de seus ovos desaparecidos. Trata-se do Angry Birds, um jogo que já vendeu mais de 200 milhões de cópias somando as diversas plataformas em que foi lançado. O fenômeno da Rovio Mobile é um game no qual o jogador lança pássaros contra porcos verdes dispostos em estruturas constituídas de vários materiais.
Os mestres em yoga de outrora costumavam apresentar lições de acontecimentos comuns de seus vilarejos e da natureza. A vida na aldeia se foi e quase ninguém consegue viver na natureza, portanto, para onde devemos olhar nesse reforçar dos antigos ensinamentos? Bem, Angry Birds, por que não?!
E foi assim que o professor de yoga Giridhari Das, administrador de uma escola de yoga na Chapada dos Veadeiros-GO, viu a sabedoria do yoga invadir o ambiente do game do momento. A idéia chegou ao criador de Angry Birds, Peter Vesterbacka, que achou o conceito excelente. “Eu posso ver Angry Yoga se tornar uma mania em todo o mundo”, disse ele ao professor Giridhari, que enviou seu ensaio ao dono da Rovio, com receio de estar quebrando qualquer direito autoral.
A ideia foi bem recebida e consiste em ver nas ações do game ensinamentos do yoga clássico.
Os porcos verdes são os seus inimigos na vida. Inimigos que roubam a sua felicidade e sua paz de espírito e querem levá-lo a viver uma vida insatisfatória, afastando-nos da grandeza ilimitada que cada um merece. Ao buscar a sabedoria (White Bird) e usando a sua inteligência (Yellow Bird), recordando a sua verdadeira natureza (Blue Bird), por praticar a meditação (Black Bird), vivendo uma vida nobre (Boomerang Bird), controlando os seus sentidos, começando com a língua (Red Bird), com grande determinação (Big Red Bird) e por último, mas não menos importante, buscando sempre a ajuda do Divino (the Mighty Eagle), você pode detonar os porcos verdes de mentalidade destrutiva e conduzir a uma vida esclarecida e abençoada.
Giridhari identicou em cada um dos personagens do jogo celebres propósitos da cultura da autorrealização em yoga. Interessante, não?
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